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INDSTRIA DE SC BUSCA SE QUALIFICAR PARA FORNECER AO EXRCITO

Para se estabelecer como fornecedora do Exército Brasileiro, a indústria catarinense pode oferecer inovações para os uniformes militares, adaptando os materiais aos diferentes climas do País. A dica é do general Sinclair Mayer, ex-chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército. Ele revelou que o volume de compra de “enxovais” pela instituição militar é da ordem de 400 mil unidades por ano. O militar cumpriu agenda de visita técnica a unidades do SENAI/SC, entidade da FIESC, nestas quarta e quinta (09 e 10). Mayer sugeriu ainda que a indústria catarinense atenda também ao setor de segurança, o que pode garantir menor variação nas vendas e maior volume de produção.

Para o coordenador do Comitê da Indústria de Defesa da FIESC (Comdefesa), César Olsen, a visita do militar é importante para estreitar os laços e viabilizar parcerias com as tradicionais empresas do setor. Olsen destacou ainda o pioneirismo do SENAI em Palhoça, que desde 2009 forma profissionais especializados em aviação.

O general Mayer foi recebido também pelo diretor técnico do SENAI/SC, Maurício Capra Pauletti, que apresentou a entidade e destacou os sete institutos de tecnologia e três de inovação, instalados em diversas regiões do Estado. A rede possui infraestrutura física e profissionais qualificados para a prestação de serviços de alto valor agregado à indústria, atendendo a diferentes segmentos, de forma transversal. Oferece serviços de análises laboratoriais, consultoria especializada e pesquisa aplicada a processos e produtos.

Mayer conheceu ainda os institutos de Inovação em Sistemas Embarcados e de Tecnologia em Automação e TIC, em Florianópolis, o de Tecnologia em Logística, em Itajaí, e os de Inovação em Sistemas de Manufatura e Inovação em Laser, em Joinville.

Segundo estudo da Fipe, o mercado de defesa no Brasil, formado por defesa nacional, segurança federal, segurança estadual e defesa privada, movimenta anualmente cerca de R$ 202 bilhões, número que corresponde a 3,7% do PIB brasileiro. Há oportunidades para fornecedores de alimentos, máquinas, equipamentos, material de informática, veículos e equipamentos de transporte, construção, instalação e conservação de imóveis, serviços, entre outros.

 

Fonte: Assessoria de imprensa da FIESC / Foto: Filipe Scotti

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